Ai que saudade
De tantos momentos queridos
De tantos acontecidos...
Ai que vontade
De todos os amores esquecidos
De todos não correspondidos...
Mas na realidade
De todos instantes vividos
De tantos não sentidos...
Reviver apenas um.
20 de setembro de 2013
14 de setembro de 2013
Não sei
Não sei se estou desesperada
Ou aliviada
Se feliz
Ou triste
Mas estou aqui
Não sei se estou cansada
Ou animada
Se estou rindo
Ou chorando
Mas continuo caminhando
Não sei se estou apaixonada
Ou decepcionada
Se digo sim
Ou digo não
Mas permaneço em mim
Não sei se falaram
Ou nunca contaram
Mas não adianta de nada
Se manhã ou madrugada
Estou, continuo, permaneço sem saber...
Ou aliviada
Se feliz
Ou triste
Mas estou aqui
Não sei se estou cansada
Ou animada
Se estou rindo
Ou chorando
Mas continuo caminhando
Não sei se estou apaixonada
Ou decepcionada
Se digo sim
Ou digo não
Mas permaneço em mim
Não sei se falaram
Ou nunca contaram
Mas não adianta de nada
Se manhã ou madrugada
Estou, continuo, permaneço sem saber...
30 de agosto de 2013
Olhares
Fui
pensar de olhos fechados
Sonhar
de mente aberta
Andar
por uma rua deserta
Sem
olhar para os lados
Tentei
juntar detalhes
De um
texto sem fim
Significados
de mim
De um
mundo de olhares
Quando
os olhos abri
Pouca
coisa fora havia mudado
De um
futuro muito sonhado
Ainda
muito pouco vivi
Abrindo
os olhos por dentro
Tanta
coisa modificada
O início
de uma jornada
Um rio
de ideias correndo
Quero
sonhar de olhos abertos
Não mais
ficar parada
E por
toda a caminhada
Contar
com seus olhos sinceros
28 de agosto de 2013
De branco a arco-íris...
Estou aqui...
Sofrendo de um mal que aflige a qualquer ser que se presta a deixar uma marca sobre a face da terra em forma de palavras e idéias. Quem escreve sabe o que estou falando. Sabe exatamente daquele momento angustiante em que se vê em sua frente aquela folha limpa, tendo linhas convidativas ou não, ou uma página em branco de um editor de texto comum, com aquele cursor inquieto, ávido de uma palavra... Sabe exatamente o que se sente quando olhamos desconcertantemente para aquilo e como se pedíssemos desculpas, dizemos: "Deu branco!!!".
Eu sei, não há tormento maior para um escritor que o de não saber o que escrever... É simplesmente insuportável! Pode ser aquela inspiração que de tão boa se esvai quando nos aproximamos do papel. Pode ser aquela frase que falta para concluir o texto que está na ponta da língua ("ou seria melhor da caneta?"), mas que por alguma razão não sai! Ou até mesmo o simples vazio de idéias onde não achamos nada que consiga nos movimentar a escrever uma linha,
Talvez exista quem pense diferente... Mas alguém, que como eu, gosta dessa deliciosa brincadeira de escrever, sabe o quanto é tortuoso sentir essa imensa vontade de querer por algo no papel e não saber sobre o que falar. E quando, num súbito momento de inspiração, aquela idéia aparece, um parágrafo pronto surge em sua mente como há muito não acontecia e pra seu desespero, não existe uma caneta ou um pedaço de papel disponível! Como é frustante...
Mas estou aqui, vencendo este estado de inércia literária, fugindo de qualquer sintoma que possa indicar que tudo possa voltar! Estou aqui para dizer que sim, há cura pra isso! Existe sim uma luz no fim do túnel, é seguir em frente, manter a calma e botar pra produzir!!! No entanto, também não há como fugir... Algum dia, mesmo sem querer, ou até sem perceber, intimamente, será dito: "Deu branco!!!"
*Texto escrito originalmente em 14/11/2006
*Texto escrito originalmente em 14/11/2006
13 de agosto de 2013
Rio
Ah Lua, ame!
Parece menina
Lembra um dia
O Sol que se foi
Oh Lua, chore!
Choro ensina
Amor que tardia
É que nunca se pôs
Sim, Lua, pare!
Pranto termina
Em Rio que corria
União do que foi dois
Parintins - AM
1 de janeiro de 2013
Reiniciar
Começa mais um novo ano
Novos,ou os mesmos planos
Neste ciclo que se reinicia
Na roda gigante vida
Mais que sonhos a realizar
E sim atitudes a tomar
Não apenas querer a paz, mas promovê-la
Não esperar a felicidade e sim trazê-la
Não só desejar o amor, mas amar
Feliz Ano Novo!
Mas todo dia é dia de recomeçar...
Com Deus, a cada um, a iluminar :)
Novos,ou os mesmos planos
Neste ciclo que se reinicia
Na roda gigante vida
Mais que sonhos a realizar
E sim atitudes a tomar
Não apenas querer a paz, mas promovê-la
Não esperar a felicidade e sim trazê-la
Não só desejar o amor, mas amar
Feliz Ano Novo!
Mas todo dia é dia de recomeçar...
Com Deus, a cada um, a iluminar :)
25 de dezembro de 2012
Máquina do Tempo
Rosa de Saron
Cada minuto aqui é uma chance
De provar o que eu mais quero
Cada minuto aqui é uma chance
De provar o que eu mais quero
E ainda se eu conseguisse uma máquina que parasse o tempo
Você estaria ao meu alcance?
Não importa, eu te espero
De provar o que eu mais quero
Cada minuto aqui é uma chance
De provar o que eu mais quero
E ainda se eu conseguisse uma máquina que parasse o tempo
Você estaria ao meu alcance?
Não importa, eu te espero
Se eu pudesse escrever a história das minhas horas uma a uma seria do seu lado
Eu contaria todo o dia uma história diferente
Eu criaria frases pra sempre
Eu cantaria notas de clara esperança
E seu sorriso viraria poesia
Eu contaria todo o dia uma história diferente
Eu criaria frases pra sempre
Eu cantaria notas de clara esperança
E seu sorriso viraria poesia
Cada minuto aqui é uma chance
De provar o que eu mais quero
Cada minuto aqui é uma chance
De provar o que eu mais quero
E ainda se eu conseguisse uma máquina que parasse o tempo
Você estaria ao meu alcance?
Não importa, eu te espero
De provar o que eu mais quero
Cada minuto aqui é uma chance
De provar o que eu mais quero
E ainda se eu conseguisse uma máquina que parasse o tempo
Você estaria ao meu alcance?
Não importa, eu te espero
Eu criaria uma ONG com o seu nome
Eu tocaria acordeon na sua janela
Te pagaria um café na Rue de la Paix
Te compraria um imóvel no Mairie d'Issy
Eu tocaria acordeon na sua janela
Te pagaria um café na Rue de la Paix
Te compraria um imóvel no Mairie d'Issy
Se eu tivesse o domínio do equilíbrio e pudesse voar, te traria a lua
Dominaria o meu medo de altura e buscaria no espaço cada estrela
Inverteria o princípio da inércia
Eu encolheria a Terra e te daria
Dominaria o meu medo de altura e buscaria no espaço cada estrela
Inverteria o princípio da inércia
Eu encolheria a Terra e te daria
Cada minuto aqui é uma chance
De provar o que eu mais quero
Cada minuto aqui é uma chance
De provar o que eu mais quero
E ainda se eu conseguisse uma máquina que parasse o tempo
Você estaria ao meu alcance?
Não importa, eu te espero
De provar o que eu mais quero
Cada minuto aqui é uma chance
De provar o que eu mais quero
E ainda se eu conseguisse uma máquina que parasse o tempo
Você estaria ao meu alcance?
Não importa, eu te espero
Não importa, eu te espero
Não importa, eu te espero
Não importa, eu te espero
27 de novembro de 2012
Procura-se:
- Companhia para dias chuvosos de inverno
- Companhia para dias ensolarados de verão
- Companhia para dias ensolarados de inverno e chuvosos de
verão
- Flor com a beleza do amanhecer
- Sombra de árvore ao entardecer
- Fruta com gosto de infância
- Bolo com sabor de tarde de domingo
- Filmes que trazem a realidade
- Filmes que tirem da realidade
- Livros que levam a um mundo diferente
- Livros que trazem uma nova visão de mundo
- Música que dá vontade de dançar sem saber
- Música que dá vontade de cantar sem saber
- Música que faça pensar
- Banho de rio
- Banho de igarapé
- Banho de chuva
- Banho de mangueira
- Banho demorado
- Conversa em banco de praça
- Conversa de horas ao telefone
- Conversa na varanda
- Conversa com gosto de sorvete
- Conversa no café da manhã com os amigos
- Férias de celular, internet e afins
- Saudade do que é bom
- Indignação com o que é ruim
- Mudança do que pode ser mudado pra melhor
- Tranquilidade de uma tarde de brisa leve
- Segurança de andar pelas ruas da cidade
- Sorriso de quem é feliz apesar das dificuldades
- Abraço acolhedor em um momento difícil
- Beijo de boa noite depois de um dia complicado
- Amor sem pedir nada em troca
- Vontade de não fazer nada
- Vontade de fazer tudo
- Tempo para dormir
- Tempo para sonhar
- Tempo para os sonhos realizar
Procura-se: Ser, estar, permanecer, continuar, viver, amar...
*Texto escrito em 07/2010
29 de outubro de 2012
Maria
Lembra quando, pequena e frágil
Descia pulando as escadas, ágil
Corria a esquina pra lhe ver passar
Toda iluminada de luar
Cercada de estrelas à velar?
E quando, a voltar
De ouro de Sol banhada
De flores da terra rodeada
De mãos dadas andar
A praça atravessar
Homenagens a lhe render
“Maria de Nazaré” cantar
E então, crescer...
Pescaria guardar
Arraial ajudar
Mas nunca esquecer
Pois como mãe e senhora,
Apenas uma coisa quer:
“Fazei tudo que Ele disser...”
Lembrai dele sem demora
Jesus
Trilha Sonora deste post: Maria de Minha Infância e Maria de Nazaré - Ambas de Padre Zezinho
*Registros de Outubro/2012, nos Festejos do Círio de Nazaré - Manaus - Amazonas
24 de outubro de 2012
Manaus: o ontem e o hoje de seus contrastes
É impossível não perceber as mudanças que a passagem do
tempo revela. Se já é tão perceptível quando se observa o aspecto físico de uma
pessoa durante sua vida, o que dirá sobre uma cidade como Manaus, em seus mais
de três séculos de história, contada através de seus prédios, monumentos,
praças e ruas. Para viajar no tempo, basta um olhar em uma simples fotografia
do início do século XX. Para perceber as mudanças que ocorreram com o passar
dos anos, um breve passeio pelas suas ruas já seria suficiente.
É difícil não notar a diferença arquitetônica entre seus
prédios, como o Teatro Amazonas, e os prédios e obras recentes, construídas
junto a Zona Franca. Enquanto os primeiros nasceram em uma época próspera em
que Manaus tinha a alcunha de “Paris dos Trópicos”, os últimos demonstram a
transformação que o parque industrial trouxe para a cidade. Demonstram a
mudança de sua economia: do extrativismo da borracha para o desenvolvimento de
equipamentos eletroeletrônicos, entre outros produtos.
Esse contraste também é notado em sua forma de ser, antes
acostumada com o esplendor que o “ouro branco” lhe trazia: construções grandiosas
com estruturas e detalhes importados; roupas lavadas na Europa, de onde vinham
as maiores novidades de seu comércio; uma das primeiras a implantar iluminação
elétrica pública, bonde elétrico como transporte coletivo, telefonia e ter a primeira
universidade do Brasil, a então Escola Universitária Livre de Manáos.
Esse luxo cedeu espaço, após um período de decadência com o
fim do império da borracha, para a sua expansão: com avenidas, viadutos, seus
ainda tímidos arranha-céus, o maior porto flutuante do mundo e a Ponte do Rio
Negro, oriundas de uma nova face. Uma nova cara pra cabocla menina dos olhos do
mundo, escondida entre a maior floresta tropical do planeta, banhada pela maior
rio em extensão e volume d’água da Terra.
Todo esse contraste se revela ainda mais entre os seus
moradores. De todas as raças e credos, nascidos de sangue miscigenado de índios,
negros e brancos. De diversas etnias indígenas, africanas ou do Velho
Continente. Migrados do interior do Amazonas, do Nordeste do Brasil ou da Ásia.
Todos se reúnem neste espaço de terra, sob o sol equatoriano, que brilha
igualmente para cada um.
Em 343 anos de existência da mãe dos Deuses, Manaus, faltam apenas que os ilustres habitantes
dessa pequena amazona cuidem mais, defendam com brio e se orgulhem desta cidade,
rica em história e gigante em nosso país e em nossos corações manauaras.
*Fotos extraídas de: Comunidade Manaus de Antigamente - Facebook e Ponte do Rio Negro - Wikipédia
12 de outubro de 2012
Romaria
Romaria
Composição: Renato Teixeira
É de sonho e de pó
O destino de um só
Feito eu perdido em pensamentos
Sobre o meu cavalo
É de laço e de nó
De jibeira, o jiló
Dessa vida, cumprida, a sol
Sou caipira, pirapora
Nossa Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida
Sou caipira, pirapora
Nossa Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida
O meu pai foi peão
Minha mãe, solidão
Meus irmãos perderam-se na vida
À custa de aventuras
Descasei, joguei
Investi, desisti
Se há sorte
Eu não sei, nunca vi
Sou caipira, Pirapora
Nossa Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida
Sou caipira, Pirapora
Nossa Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida
Me disseram, porém
Que eu viesse aqui
Prá pedir de romaria e prece
Paz nos desaventos
Como eu não sei rezar
Só queria mostrar
Meu olhar, meu olhar, meu olhar
Sou caipira, pirapora
Nossa Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida
Sou caipira, Pirapora
Nossa Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida
Sou caipira, Pirapora
Nossa Senhora de Aparecida.
Composição: Renato Teixeira
É de sonho e de pó
O destino de um só
Feito eu perdido em pensamentos
Sobre o meu cavalo
É de laço e de nó
De jibeira, o jiló
Dessa vida, cumprida, a sol
Sou caipira, pirapora
Nossa Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida
Sou caipira, pirapora
Nossa Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida
O meu pai foi peão
Minha mãe, solidão
Meus irmãos perderam-se na vida
À custa de aventuras
Descasei, joguei
Investi, desisti
Se há sorte
Eu não sei, nunca vi
Sou caipira, Pirapora
Nossa Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida
Sou caipira, Pirapora
Nossa Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida
Me disseram, porém
Que eu viesse aqui
Prá pedir de romaria e prece
Paz nos desaventos
Como eu não sei rezar
Só queria mostrar
Meu olhar, meu olhar, meu olhar
Sou caipira, pirapora
Nossa Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida
Sou caipira, Pirapora
Nossa Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida
Sou caipira, Pirapora
Nossa Senhora de Aparecida.
1 de agosto de 2012
♫ "Tua ausência fazendo silêncio em todo lugar..."
Mas saiba que...
♪ "...Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar..." ♫
5 anos de saudade...
2 de junho de 2012
Exílio
Você sabe o que é saudade?
Saudade só se sabe quando se sente
É quando sabemos que temos que partir
De um lugar que não se quer ir
É quando o coração aperta sem motivo aparente
É quando se conhece alguém não mais que de repente
E de repente não quer mais se separar
Mesmo sabendo que não vai dar
Dói mais que dor de dente
De quem nos quer bem estar distante
É ver a foto de quem já partiu
É lembrar do que ainda não viu
É fechar os olhos e sonhar por um instante
É quando o céu está daquele jeito
Sol e chuva
Cheia e rua
Quando o rio corre no peito
É sentir frio em vez de quente
É quando toca aquela canção
É estar sozinho na multidão
É estar longe da sua gente
É querer apenas estar em um lugar
O seu lugar...
Saudade só se sabe quando se sente
É quando sabemos que temos que partir
De um lugar que não se quer ir
É quando o coração aperta sem motivo aparente
É quando se conhece alguém não mais que de repente
E de repente não quer mais se separar
Mesmo sabendo que não vai dar
Dói mais que dor de dente
De quem nos quer bem estar distante
É ver a foto de quem já partiu
É lembrar do que ainda não viu
É fechar os olhos e sonhar por um instante
É quando o céu está daquele jeito
Sol e chuva
Cheia e rua
Quando o rio corre no peito
É sentir frio em vez de quente
É quando toca aquela canção
É estar sozinho na multidão
É estar longe da sua gente
É querer apenas estar em um lugar
O seu lugar...
12 de maio de 2012
Vontade
Vontade de gritar pro mundo ouvir
Toda dor, tudo em mim
Tudo que está corroendo, e sim
O amor que falta sentir
Queria poder dizer "Amo você"
Mas antes precisas estar aqui
Tens que primeiro existir
Não um rosto perdido em não-ser
Quero te cantar os versos que não escrevi
Te contar os contos que não criei
As crônicas errantes que não errei
Te beijar em prosa que não vivi
Preciso matar essa saudade
De quem não existe e nem sei
Se um dia haverá
Seja plebe ou seja rei
O que falta dessa realidade
Toda dor, tudo em mim
Tudo que está corroendo, e sim
O amor que falta sentir
Queria poder dizer "Amo você"
Mas antes precisas estar aqui
Tens que primeiro existir
Não um rosto perdido em não-ser
Quero te cantar os versos que não escrevi
Te contar os contos que não criei
As crônicas errantes que não errei
Te beijar em prosa que não vivi
Preciso matar essa saudade
De quem não existe e nem sei
Se um dia haverá
Seja plebe ou seja rei
O que falta dessa realidade
17 de abril de 2012
Ok, você venceu
Sem mais nem menos
O coração se rendeu
Não quero que seja assim
Ele pode não suportar
O que será de mim?
Tanto tempo permaneceu quieto
Pensava que estava no controle
Você apareceu, ficou por perto
Agora não sei mais o que houve
Penso sem querer pensar
Sofro, nem entendo por quê
Paixão, é o que pode explicar
Loucura, é o que deve ser
Assim como veio
Assim se foi
Muito mais que devaneio
Mas nunca um, apenas dois
Sem mais nem menos
O coração se rendeu
Não quero que seja assim
Ele pode não suportar
O que será de mim?
Tanto tempo permaneceu quieto
Pensava que estava no controle
Você apareceu, ficou por perto
Agora não sei mais o que houve
Penso sem querer pensar
Sofro, nem entendo por quê
Paixão, é o que pode explicar
Loucura, é o que deve ser
Assim como veio
Assim se foi
Muito mais que devaneio
Mas nunca um, apenas dois
12 de fevereiro de 2012
Eu vivo sempre no mundo da Lua...
Eu vivo sempre no mundo da lua...
Porque sou um cientista
O meu papo é futurista
É lunatico
O meu papo é futurista
É lunatico
Eu vivo sempre no mundo da lua...
Tenho uma alma de artista
Sou um gênio sonhador
E romântica
Sou um gênio sonhador
E romântica
Eu vivo sempre no mundo da lua...
Porque sou aventureiro
Desde o meu primeiro passo
Pro infinito
Desde o meu primeiro passo
Pro infinito
Eu vivo sempre no mundo da lua...
Porque sou inteligente
Se voce quer vir com a gente
Venha que será um barato
Se voce quer vir com a gente
Venha que será um barato
Pegar carona nessa cauda de cometa
Ver a Via-Láctea, estrada tão bonita
Brincar de esconde-esconde numa nebulosa
Voltar para casa
Ver a Via-Láctea, estrada tão bonita
Brincar de esconde-esconde numa nebulosa
Voltar para casa
Nosso lindo Balão Azul...
Saiba mais: Pirlimpimpim
1 de novembro de 2011
23:59
Contam os segundos do relógio
Multiplicam-se os minutos
A mente foge do ócio
Os alarmes ficam mudos
00:00
O sono que espero
Não vem de lugar algum
00:01
01:02
Penso como ficará o depois
Se assim estou a mais de mês
01:03
02:04
Mesmo com o escuro do quarto
Insone ainda me sinto
02:05
03:06
Penso em coisas que não sei
Em um não sonho que se repete
03:07
04:08
O que me deixa afoito
Que agora ainda me move?
04:09
Quase ao amanhecer
Da cabeça aos pés
Chega o adormecer
05:10
12 de outubro de 2011
Sabe a saudade?
Sabe
a saudade?
Aquela
sensação de falta…
De
sentir vontade de algo que não está mais ao seu alcance...
Levei
um dia inteiro para descobrir que é isso que estou sentindo.
Não
que eu não sinta isso todos os dias...
Mas
em alguns especialmente,
Sem
saber o porquê, ou até mesmo sabendo...
Essa
tal saudade fica maior, mais forte, mais difícil de controlar.
Hoje
foi um desses dias...
Para
saciar um pouco esse sentimento
Para
lembrar de alguém
Uma
canção de que tanto gostava, que tem tudo haver com hoje:
:')
14 de agosto de 2011
O Grande Dia
Poucas vezes esteve tão nervosa
Nem tão poucas assim, tão feliz
Das muitas que esteve ansiosa
Um dos momentos que mais quis
Se arrumou
Se maquiou
Se penteou
Se perfumou
Não queria atrasada chegar
Quando no carro entrou
Não sabia o que esperar
Só lembrava pelo que passou
Em tempo conseguiu estar
Sua beca, enfim, colocou
Família e amigos foi abraçar
Para o início, então, se preparou
Entrou
Sentou
Cantou
Jurou
Ao seu pai deu as mãos
Para ao lugar mais alto lhe levar
Com passos firmes no chão
Cabeça erguida, pôs-se a andar
A autoridade lhe outorgou
O capelo seu pai lhe colocou
Sua paraninfa a ele falou
O quanto com ele você se preocupou
Com simplicidade, seu pai lhe entregou
O símbolo de sua vitória
Aquilo por que tanto lutou
Que agora faz parte de sua história
Assinou
Esperou
Terminou
Comemorou
20 de julho de 2011
Carta aos Amigos
Aqui não é apenas uma carta sobre encontros e desencontros. Idas e vindas. É sobre algo que vai além...
É sobre amigos, que encontramos, que nos encontram.
É sobre pessoas comuns, que nessa estrada da vida, caminham sempre em busca, não só de objetivos, sonhos, desejos e vontades. Também buscam amigos, companheiros, irmãos para tão longa jornada.
Muitos aparecem e desaparecem, vão e voltam, mas deixam sua marca. Ela fica lá onde mora a alma, onde guardamos o que de bom carregamos.
Esses cruzam nosso caminho, viram, remexem, vivem... Fazem história na nossa história, como partes de nós. Alguns ficam, muitos partem, nem sempre por escolha própria. Há os que nos levariam pra suas próximas aventuras, se pudessem.
É a vida, que une para sempre corações e razões mundo afora.
Aos meus amigos queridos, antigos, novos, amigos de amigos, distantes, próximos, todos,
Essa vida juntou-nos e tenham certeza: nem circunstâncias ou decisões apagarão qualquer recordação nossa deste precioso tempo.
Sempre continuará unindo-nos essa tal de amizade, amor eterno.
Lua
*adaptação de texto escrito em 2003
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